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NA HOLANDA COM O FORMATO SPRINT
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August 18th, 2026

A PIRELLI ASSINA OS “PNEUS” DA LUNA ROSSA

Milão, August 11th, 2026

SECA OU CHUVA? POR QUE O CENTRO-OESTE PEDE UM CUIDADO DIFERENTE COM OS PNEUS

Centro-Oeste, August 5th, 2026

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Agosto 2026

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NA HOLANDA COM O FORMATO SPRINT

A Fórmula 1 retoma suas atividades com um fim de semana no formato Sprint. O GP da Holanda, em Zandvoort, também adotará esse formato. Localizado às margens do Mar do Norte, o circuito tem 4,259 quilômetros de extensão e 14 curvas. Sua característica mais marcante são as duas curvas inclinadas (curvas 3 e 14), cujo grau de inclinação é ainda mais acentuado do que em Indianápolis.

Para a etapa holandesa, os compostos selecionados são C2, C3 e C4, a mesma escolha do ano passado. A opção por um trio mais macio contribuiu para uma corrida com duas paradas, favorecida pelas neutralizações, na qual todos os compostos disponíveis foram utilizados.

O circuito, situado a apenas 40 quilômetros de Amsterdã, oferece baixo nível de aderência tanto pelas características de seu asfalto, que foi recapeado em diversos trechos ao longo dos anos, quanto pela areia trazida pelo vento das praias próximas. Esse fenômeno pode reduzir a aderência não apenas de um dia para o outro, mas, em alguns casos, até mesmo de uma sessão para outra.

O circuito de Zandvoort é particularmente exigente com os pneus em termos de densidade energética devido à sua volta curta e ao grande número de curvas, algumas delas percorridas em alta velocidade. As duas curvas inclinadas, com inclinações de 19 e 18 graus, respectivamente, geram forças verticais e laterais extremamente elevadas sobre os pneus.

Por isso, as equipes precisam administrar cuidadosamente o acerto dos carros e, de maneira mais ampla, a interação entre o carro e os pneus. O nível de carga aerodinâmica necessário é alto, muito semelhante ao exigido em Budapeste, palco da última etapa antes das férias de verão.

A etapa holandesa foi antecipada em uma semana em relação a 2025. Em teoria, a degradação térmica deveria desempenhar um papel importante em meados de agosto, mas as temperaturas em Zandvoort raramente ultrapassam os 20°C, e a chuva é uma presença frequente. Além disso, a proximidade do circuito com o mar faz com que rajadas de vento sejam comuns, o que pode afetar os pilotos, especialmente com os novos regulamentos aerodinâmicos.

Com a estreia do formato Sprint em Zandvoort, as equipes terão apenas uma hora de Treino Livre para finalizar os acertos dos carros. Embora o composto duro deva ser a referência para a corrida de domingo, as duas opções mais macias podem se mostrar escolhas eficazes para a Sprint de sábado. A dificuldade para realizar ultrapassagens, causada pela presença de apenas uma reta e pela largura reduzida da pista, também será um fator importante na estratégia do GP.

EM 2025

Todos os três compostos selecionados para o GP foram utilizados no grid de largada. Quatorze pilotos optaram por iniciar a prova com os pneus Médios, quatro com os Macios e dois com os Duros. O C2 foi o pneu mais utilizado ao longo da corrida, principalmente no stint intermediário, que foi o mais longo. Quase todos os pilotos fizeram uma segunda parada nos boxes, aproveitando as relargadas após a entrada do safety car depois da volta 50. A maioria terminou a corrida com os pneus macios.

ESTATÍSTICAS

O GP da Holanda sempre foi realizado no circuito de Zandvoort. Este ano marca a 36ª edição da prova, cuja primeira corrida aconteceu em 1952. O piloto com o maior número de vitórias no circuito é Jim Clark, com quatro triunfos, enquanto a Ferrari detém o recorde entre os construtores, com oito vitórias. O ídolo local Max Verstappen venceu três corridas em Zandvoort até o momento, mesmo número de triunfos de Jackie Stewart e Niki Lauda.

August 18th, 2026

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BOSCH E PIRELLI BRASIL FIRMAM PARCERIA PARA A VENDA DE PNEUS NA REDE BOSCH CAR SERVICE

Campinas, 18 de agosto de 2026 – Bosch e Pirelli Brasil firmam parceria para ampliar o portfólio de serviços da rede Bosch Car Service, posicionando-a como um provedor completo de soluções automotivas “de para-choque a para-choque”. A iniciativa facilitará o acesso dos proprietários das oficinas a pneus de qualidade, oferecendo mais conveniência e segurança aos condutores brasileiros. Este acordo combina a excelência da Bosch e da Pirelli, permitindo que a rede de oficinas ofereça diretamente a linha de pneus de alto desempenho da marca como um pilar fundamental de seus serviços.

Graças à parceria, os credenciados da Bosch Car Service terão acesso a políticas comerciais exclusivas, como condições diferenciadas de preço e campanhas customizadas de venda. Atualmente, ao menos 40% da rede de oficinas realiza serviço de pneus e a expectativa é que essa demanda cresça com a parceria. Além disso, por meio desse acordo, a Pirelli ampliará a disponibilidade de seus produtos e o suporte oferecido à rede Bosch em todo o território nacional.

“Acreditamos que a parceria entre Bosch e Pirelli será excelente para os clientes, que terão todos os tipos de serviços automotivos em um único local, facilitando o acesso a produtos de alta qualidade de ambas as marcas. Essa é uma ótima oportunidade para os credenciados da rede e, claro, para o consumidor final. Todos têm a ganhar com esse acordo”, afirma André Astini, diretor de Conceitos de Oficinas Bosch.

As mais de 1.000 oficinas Bosch Car Service contarão com o portfólio completo das linhas de pneus de veículos de passeio e comerciais leves, que poderão ser adquiridos junto aos revendedores oficiais da Pirelli presentes em todo o Brasil. A disponibilidade do portfólio Pirelli permitirá às oficinas atender diferentes perfis de consumidores, com produtos desenvolvidos para atender às mais diversas necessidades. Um dos destaques é a linha Scorpion, que oferece opções que atendem desde picapes e SUVs utilizados majoritariamente em áreas urbanas, até modelos desenvolvidos para condutores que trafegam predominantemente por estradas de terra, garantindo desempenho, robustez e segurança em diferentes condições de uso. Os motoristas também encontrarão na rede Bosch Car Service todo o portfólio da Pirelli disponível no Brasil, incluindo as specialties da Pirelli.

“A parceria entre Pirelli Brasil e Bosch é muito importante para a Pirelli, já que, juntas, unimos esforços para levar aos consumidores brasileiros produtos de alta qualidade, abrangendo desde a distribuição até o serviço. Esta aliança representa o encontro de duas empresas de referência no Brasil empenhadas em oferecer o que há de melhor em inovação, desempenho e segurança”, afirma Luca Tedeschi, diretor comercial da Pirelli na América Latina. A colaboração também reforça a estratégia da Pirelli de expandir sua presença nos canais especializados, aproximando ainda mais seus produtos dos consumidores brasileiros.

Pirelli fortalece operação da parceria no país

A operação comercial da parceria seguirá o modelo business-to-business (B2B): a rede oficial Pirelli será a responsável pelo fornecimento dos pneus à rede Bosch Car Service em todo o Brasil.

Outra novidade é a inclusão da rede Pirelli ao programa de relacionamento voltado a oficinas independentes, denominado Módulo Especialista Bosch. Com isso, a Campneus passa a contar com vantagens competitivas na compra de peças, suporte técnico e treinamentos exclusivos, tanto online quanto presencialmente dentro do Centro de Treinamento Automotivo Bosch.

Campinas, August 18th, 2026

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A PIRELLI ASSINA OS “PNEUS” DA LUNA ROSSA

O logotipo da Pirelli aparecerá nas quilhas e no leme dos veleiros AC40 e AC75 antes da 38ª America’s Cup

As quilhas e o leme do AC75 também foram desenvolvidos com a contribuição tecnológica da Pirelli, utilizando materiais inovadores projetados para aprimorar a performance do barco italiano

Milão, 11 de agosto de 2026 – A Pirelli está ampliando a presença de sua marca nos barcos da Luna Rossa. Antes da 38ª America’s Cup, o logotipo da empresa — que já aparece na vela mestra — também estará presente nas quilhas e no leme dos veleiros AC40 e AC75.

Além disso, no que diz respeito aos apêndices que proporcionam o controle da embarcação “voadora” AC75, a Pirelli (Patrocinadora Oficial e Parceira Técnica) contribuiu com sua expertise tecnológica para a equipe de desenvolvimento da Luna Rossa, compartilhando seus conhecimentos sobre materiais inovadores. Isso representa uma transferência de competências da indústria de pneus para o setor náutico, com o objetivo de potencializar o desempenho do AC75 italiano.

A CONTRIBUIÇÃO TECNOLÓGICA DA PIRELLI PARA AS QUILHAS DO AC75

Como asas reais, as quilhas geram a sustentação necessária para elevar o casco acima da água, permitindo que a embarcação atinja as altas velocidades características desse tipo de barco.

A Pirelli aplicou sua expertise à performance hidrodinâmica dos apêndices da embarcação, ajudando a otimizar seu comportamento nas fases mais exigentes da navegação. A colaboração se baseia na longa trajetória da empresa em pesquisa de materiais avançados – o mesmo campo por trás de soluções como o PNCS (Pirelli Noise Cancelling System), a tecnologia projetada para reduzir o ruído de rolamento gerado na cavidade interna do pneu. A expertise desenvolvida no mundo automotivo está agora encontrando novas aplicações, incluindo a que está atualmente em desenvolvimento com a Luna Rossa.

A nova pintura, com a marca Pirelli nas quilhas e no leme, poderá ser vista a partir de setembro no AC40, o monocasco de 40 pés com quilhas utilizado para treinamentos e regatas preliminares, e a partir de novembro no AC75, o iate de 75 pés com o qual a Luna Rossa disputará a 38ª America’s Cup.

Milão, August 11th, 2026

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SECA OU CHUVA? POR QUE O CENTRO-OESTE PEDE UM CUIDADO DIFERENTE COM OS PNEUS

REGIÃO TEM UMA DAS DIVISÕES CLIMÁTICAS MAIS EXTREMAS DO PAÍS, COM SEIS MESES DE SECA E SEIS DE CHUVA INTENSA, PIRELLI ELENCA OS PRINCIPAIS PONTOS DE ATENÇÃO COM OS PNEUS

Centro-Oeste, 5 de agosto de 2026 - Enquanto Sul e Sudeste convivem com chuvas distribuídas ao longo do ano, o Centro-Oeste brasileiro segue um calendário climático muito mais rígido: de maio a outubro, a região enfrenta seca prolongada, baixa umidade e forte incidência de poeira nas estradas; de novembro a abril, o cenário se inverte por completo, com chuvas volumosas, pontos de alagamento e rodovias encharcadas. Para quem roda por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal, essa alternância não é apenas um detalhe de calendário: é um fator que muda a forma como o veículo, e principalmente os pneus, devem ser cuidados ao longo do ano.

Diferentemente das regiões com clima mais ameno e chuvas mais distribuídas, o Centro-Oeste impõe duas realidades opostas e igualmente exigentes para os pneus. Na seca, o asfalto aquecido, a poeira em suspensão e o piso ressecado das estradas de terra colaboram para elevar a temperatura interna do pneu, traduzindo em mais esforço e exigência para eles. Já na temporada de chuvas, a prioridade se inverte: o que mais importa é a capacidade de escoamento de água, a aderência em piso molhado, a tração na lama e a resistência à aquaplanagem em trechos alagados.

Para enfrentar essas condições, a Pirelli recomenda a linha Scorpion, desenvolvida para SUVs e picapes e disponível em versões que atendem desde o uso predominantemente urbano até aplicações mais severas, incluindo off-road. Para a realidade da maioria dos motoristas do Centro-Oeste, que alternam entre períodos de seca intensa e chuvas volumosas, a indicação é optar por modelos de uso misto (on/off road), capazes de oferecer bom desempenho tanto no asfalto quanto em estradas de terra e trechos com lama.

“O motorista do Centro-Oeste, na prática, enfrenta duas estações do ano completamente distintas utilizando o mesmo pneu. Por isso, mais do que uma questão de estilo de condução, é fundamental manter a calibragem sempre correta, verificando a pressão regularmente e seguindo as recomendações da montadora. Rodar com pneus acima ou abaixo da pressão indicada altera o comportamento dinâmico do veículo, compromete a aderência, aumenta as distâncias de frenagem, altera o consumo de combustível e pode reduzir a vida útil dos pneus, afetando diretamente a segurança do motorista, dos passageiros e dos demais usuários da via”, disse Fábio Magliano, consultor de treinamentos e produtos da Pirelli para a América Latina.

“Nosso principal recado para quem mora ou circula pela região é simples: além de calibrar os pneus regularmente, com eles ainda frios e na pressão recomendada pela montadora, vale fazer inspeções visuais periódicas para identificar possíveis cortes, perfurações ou outros danos. Também é fundamental verificar o TWI (Tread Wear Indicator), indicador que mostra se a profundidade dos sulcos ainda está dentro do limite seguro de utilização”, finaliza Magliano.

A Pirelli reforça que pequenos cuidados, adaptados a cada metade do ano, fazem diferença real na segurança e no desempenho do veículo:

Na seca (maio a outubro)

•        Verificar a calibragem com regularidade e sempre a frio, já que o calor do asfalto tende a elevar naturalmente a pressão dos pneus;

•        Inspecionar a banda de rodagem em busca de desgaste irregular, verificar a existência de pedras ou detritos maiores presos à banda de rodagem, algo comum em trechos de terra e cascalho;

•        Evitar rodar com a pressão abaixo ou acima da recomendada;

•        Checar cortes e perfurações causados por pedras e detritos, mais frequentes em estradas não pavimentadas na estiagem.

Na chuva (novembro a abril)

•        Conferir o TWI (Tread Wear Indicator), um indicador na banda de rodagem que mede a vida útil dos sulcos, os responsáveis por escoar a água e reduzir o risco de aquaplanagem, além de manter a tração adequada em terrenos de lama, muito comuns nessa época, nesta região;

•        Respeitar a pressão indicada pela montadora, já que pneus murchos ou cheios demais comprometem a estabilidade em pistas molhadas e alagadas;

•        Reduzir a velocidade em poças e trechos alagados, já que a aquaplanagem pode ocorrer mesmo com pneus em bom estado;

•        Evitar frenagens e mudanças bruscas de direção em pistas molhadas ou com lama, preservando a aderência e reduzindo o risco de perda de controle do veículo.

Segundo a Pirelli, o segredo para rodar com segurança no Centro-Oeste está na escolha do modelo de pneu mais adequado para a região (pneus de uso misto, on/off road), além de tratar a troca de estação como um gatilho de manutenção, e não apenas o surgimento de um problema visível. Calibrar os pneus com frequência, revisar o desgaste da banda de rodagem e observar a profundidade dos sulcos são hábitos simples que ajudam a reduzir o risco de acidentes, prolongar a vida útil do produto e manter o desempenho do veículo estável, seja debaixo de um sol de 35 graus, seja em meio a uma tempestade de verão.

Motoristas da região podem contar com a rede Pirelli Performance Center, presente em todo o Brasil, para calibragem, revisão e orientação especializada sobre o pneu mais adequado para cada veículo e cada estação do ano.

Centro-Oeste, August 5th, 2026

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Para obter mais informações, entre em contato com: assessoria.imprensa@pirelli.com