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OS COMPOSTOS ESCOLHIDOS PARA ZANDVOORT, MONZA E MADRIA Pirelli informou hoje as equipes sobre a seleção dos compostos de pneus para as próximas três etapas do campeonato. A gama média, composta pelos compostos C2, C3 e C4, será utilizada nos GPs da Holanda e da Espanha. Já o GP da Itália contará com o trio mais macio da gama: C3, C4 e C5.
Em Zandvoort, foi confirmada a mesma seleção do ano passado para um circuito caracterizado por curvas de média e baixa velocidade, incluindo duas curvas com traçado inclinado. As forças verticais e laterais que atuam sobre os pneus são elevadas, assim como o nível de carga aerodinâmica exigido. A superfície da pista oferece um nível relativamente baixo de aderência, ainda mais afetado pela areia das praias próximas, levada para o circuito pelo vento.
O circuito de Monza, recapeado há alguns anos, exige configurações de baixa carga aerodinâmica nos carros. O tempo perdido no pit lane durante uma troca de pneus está entre os mais altos da temporada. Por isso, as equipes buscarão estender seus stints administrando a degradação, na tentativa de completar a corrida com uma estratégia de apenas uma parada. No entanto, altas temperaturas podem dificultar a execução dessa abordagem.
A corrida a ser realizada no circuito de rua semipermanente de Madri fará sua estreia no calendário da Fórmula 1 como o GP da Espanha. A seleção dos compostos de pneus foi determinada com base em simulações realizadas a partir de dados e características da nova pista, que apresenta 22 curvas bastante variadas, mudanças significativas de elevação e a mais longa curva inclinada do calendário.
Nossa análise do Madring indica que as cargas que atuam sobre os pneus são comparáveis às observadas em circuitos como Silverstone e Spa-Francorchamps. A escolha da gama média tem, portanto, o objetivo, com base nas características da pista, de favorecer uma estratégia de duas paradas e oferecer maior proteção contra o risco de superaquecimento excessivo em caso de altas temperaturas - situação à qual o composto mais macio da gama seria mais suscetível.
July 28th, 2026
<4 minutes
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FERRARI É A MAIS RÁPIDA NA SEXTA-FEIRA NA HUNGRIA, A MELHOR TANTO NOS PNEUS MACIOS QUANTO NOS MÉDIOSCharles Leclerc e Lewis Hamilton marcaram os tempos mais rápidos no primeiro e no segundo treino livre, respectivamente. Os pilotos da Ferrari não só lideraram as tabelas de tempos ao longo das duas horas de atividade na pista, como também se mostraram os mais rápidos tanto no composto Macio quanto no Médio.
No TL1, a maioria dos pilotos optou pelo pneu Médio (C4) em suas voltas iniciais, enquanto apenas as duas Cadillac e as Aston Martin foram para a pista com o Duro (C3). Perto do fim da sessão, Leclerc estabeleceu o tempo de referência no Macio (C5), cravando 1min19s075. O monegasco também liderou no C4, com uma volta de 1min20s287.
Na segunda sessão, foi o companheiro de equipe de Leclerc na Ferrari, Lewis Hamilton, quem terminou na ponta, com o tempo de 1min18s729, também marcado no composto Macio. Ele foi seguido por Leclerc e Lando Norris, ambos igualmente rodando com o pneu de faixa vermelha. O heptacampeão mundial também foi o piloto mais rápido no Médio na mesma sessão, registrando 1min19s585.
Durante a fase inicial do TL2, o foco esteve principalmente nos pneus Duro e Médio. Alex Albon completou o maior número de voltas com um jogo de C3, somando 26 voltas, enquanto George Russell e Valtteri Bottas fizeram 23 voltas cada um com o C4. Entre os que usaram o Macio, Leclerc foi o mais produtivo, completando 18 voltas com o C5.
As temperaturas ambientes permaneceram em torno de 25°C, enquanto a temperatura da pista atingiu o pico de 46°C. Condições muito semelhantes são esperadas para a sessão de classificação de amanhã.
SIMONE BERRA – CHEFE DE ENGENHARIA DA PIRELLI
"Teremos um panorama mais claro amanhã, depois que as equipes concluírem a análise dos dados de hoje, mas os indícios das duas horas iniciais de treinos livres sugerem que ainda há incerteza quanto ao número de paradas que provavelmente veremos na corrida de domingo. Seis equipes mantiveram dois jogos de pneus Duros, enquanto todas as outras já usaram pelo menos um, um sinal de que ainda não há uma visão unânime sobre a melhor forma de encarar o GP da Hungria.
Considerando o maior nível de degradação observado durante a segunda sessão, quando os pilotos pressionaram mais forte, uma estratégia de duas paradas parece capaz de oferecer uma vantagem em relação a uma corrida de uma parada só. No entanto, a dificuldade de ultrapassagem no Hungaroring também precisa ser levada em conta, já que a posição na pista continua sendo um fator decisivo neste circuito.
A aderência da pista foi relativamente baixa ao longo do dia, e o Macio se mostrou o composto que melhor evidenciou a performance dos carros, graças à maior aderência mecânica que proporcionou já nas primeiras voltas. Em contrapartida, o Médio apresentou um certo grau de granulação no pneu dianteiro esquerdo.
De modo geral, proteger o eixo traseiro é fundamental neste circuito, ao mesmo tempo em que se gerencia um nível inevitável de degradação dos pneus dianteiros, que, no entanto, deve diminuir à medida que a pista continuar evoluindo ao longo do fim de semana. A diferença de performance entre os compostos Macio e Médio foi de cerca de oito décimos de segundo, em linha com as simulações realizadas antes do evento. A atenção agora se volta para a fase inicial da classificação de amanhã, quando não será fácil para os pilotos identificarem a janela ideal tanto para a volta de preparação quanto para a volta rápida, em um circuito tão curto."
Hoje, nos boxes da FIA, estreou o novo Safety Car oficial da FIA Fórmula 1: o Mercedes-AMG GT 63 PRO 4MATIC+, equipado com pneus P Zero R sob medida.
Desenvolvido especificamente para o Mercedes-AMG GT 63 PRO 4MATIC+, recentemente apresentado como o primeiro Safety Car Oficial da FIA F1 com tração integral totalmente variável, o novo P Zero R da Pirelli é um pneu de altíssimo desempenho projetado para oferecer excelente performance em pista e uma sensação de direção precisa, além de garantir dirigibilidade segura em condições de chuva.
Essa dupla capacidade é resultado de um composto de banda de rodagem dupla sob medida e de um desenho de banda de rodagem especificamente ajustado para este carro, desenvolvido pela Pirelli com o uso de técnicas de Design Virtual, em estreita colaboração com os engenheiros da Mercedes-AMG.
O pneu, o primeiro P Zero R feito sob medida para uma Mercedes-AMG, passou por extensos testes em Nürburgring e Nardò, com Bernd Mayländer e outros pilotos especialistas em Safety Car, que elogiaram a performance consistente e a aderência do pneu em uma ampla gama de condições.
FÓRMULA 2
Pela segunda vez nesta temporada de Fórmula 2, Kush Maini conquistou a pole position. O piloto da ART Grand Prix foi ligeiramente mais rápido que Rafael Câmara, que se classificou em segundo lugar. Como resultado, o líder do campeonato largará na primeira fila no domingo, na P2. Noel León garantiu o terceiro lugar. Antes disso, porém, as atenções se voltam para a Corrida Sprint de sábado, na qual os dez primeiros colocados no treino classificatório largarão com o grid invertido. Os compostos selecionados para o fim de semana na Hungria são o Médio e o Macio, a mesma escolha do ano passado. Na Corrida Principal (Feature Race) de 2025, oito pilotos largaram com o pneu Médio e quatorze com o Macio.
FÓRMULA 3
Com uma volta de 1min33s411, Tuukka Taponen garantiu a pole position na Fórmula 3 na sexta-feira. O finlandês superou por pouco Freddie Slater, que registrou o tempo de 1min33s451. Mattia Colnaghi cravou 1min33s475, garantindo o terceiro tempo mais rápido. O composto Médio foi selecionado para o fim de semana do GP da Hungria.
July 24th, 2026
<6 minutes
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PIRELLI, PYRUM, SYNTHOS E BASF FIRMAM PARCERIA PARA TRANSFORMAR PNEUS EM FIM DE VIDA E RESÍDUOS DE PNEUS EM MATERIAIS RECICLADOS PARA NOVOS PRODUTOSProjeto “Tyre-to-Tyre” lançado na Europa, coordenado pela Pirelli, para avançar na circularidade e reduzir a dependência de matérias-primas virgens
22 de julho de 2026 – Pirelli, Pyrum, Synthos e BASF avançam em conjunto em uma iniciativa de economia circular Tyre-to-Tyre na Europa, impulsionando o desenvolvimento de um ecossistema industrial projetado para aumentar o uso de materiais reciclados provenientes de pneus em fim de vida e resíduos de pneus.
O processo utiliza pneus em fim de vida coletados em toda a Alemanha, provenientes de alguns pontos de venda da Driver e de atividades de automobilismo, além de resíduos de pneus coletados na fábrica da Pirelli em Breuberg. Esses materiais são processados por meio de uma cadeia industrial projetada para maximizar seu valor intrínseco, convertendo-os em matérias-primas secundárias – incluindo borracha sintética – certificadas segundo o esquema ISCC PLUS. Isso garante a rastreabilidade ao longo da cadeia de valor e permite a reintrodução dos materiais circulares na fabricação de novos pneus Pirelli, mantendo os mais altos padrões de qualidade e desempenho.
Nesse processo, a Pyrum converte pneus em fim de vida e resíduos de pneus por meio de um processo de pirólise, uma decomposição térmica em alta temperatura na ausência de oxigênio, em duas matérias-primas secundárias de valor: negro de fumo recuperado (rCB na sigla em inglês) e óleo de pirólise de pneus (TPO na sigla em inglês). O negro de fumo recuperado tem sua qualidade aprimorada e é reintroduzido diretamente na produção europeia da Pirelli, substituindo parcialmente o negro de fumo virgem.
Ao mesmo tempo, o TPO é fornecido à BASF, onde é alimentado junto com matérias-primas de origem fóssil no processo de produção de produtos químicos como butadieno e estireno. Uma abordagem de balanço de massa permite atribuir o conteúdo reciclado aos produtos Ccycled®, certificados pelo ISCC PLUS. Esses materiais circulares são então utilizados pela Synthos para produzir borracha sintética certificada pelo ISCC PLUS, destinada a aplicações de pneus de alto desempenho, que a Pirelli reintroduz em seus processos produtivos, fechando o ciclo.
O projeto reflete perfeitamente que a circularidade genuína dos produtos não pode ser alcançada por uma única empresa atuando isoladamente. Ela requer a criação de ecossistemas industriais que envolvam agentes com expertises complementares, cada um contribuindo para diferentes fases do processo de transformação em torno de um ciclo de materiais compartilhado. Por meio da colaboração e da combinação de inovação tecnológica, ciência dos materiais e processos certificados, os parceiros, liderados pela Pirelli, constroem um sistema coordenado no qual os materiais são recuperados, transformados e reutilizados, maximizando seu valor intrínseco.
O projeto europeu "Tyre-to-Tyre" representa a aplicação mais abrangente dessa abordagem até o momento, demonstrando como pneus em fim de vida podem se tornar um recurso valioso dentro de um ciclo industrial estruturado e rastreável.
Sobre a Pirelli:
Fundada em Milão em 1872, a Pirelli é uma das principais fabricantes de pneus e a única companhia global dedicada exclusivamente ao mercado de pneus de consumo, que inclui pneus para automóveis, motocicletas e bicicletas. Com um posicionamento diferenciado no segmento High Value, o Grupo é uma marca global reconhecida por sua tecnologia de ponta, excelência produtiva premium e paixão pela inovação profundamente enraizada em suas origens italianas. A excelência tecnológica da Pirelli também é movida pela inovação e pela expertise adquirida em mais de 115 anos de envolvimento no motorsport. Atualmente, a empresa participa de mais de 350 eventos esportivos de automobilismo e motociclismo e, desde 2011, é a Parceira Global de Pneus do Campeonato Mundial de Fórmula 1™.
Sobre a Pyrum
A Pyrum Innovations AG revolucionou o mercado de reciclagem de pneus em fim de vida. Desde 2008, a empresa vem desenvolvendo uma tecnologia inovadora de termólise que permite reciclar pneus em fim de vida e plásticos com emissões praticamente nulas. O processo é capaz de recuperar produtos de alta qualidade, como óleo de pirólise e negro de fumo recuperado (rCB), utilizados por parceiros renomados na fabricação de novos produtos. Dessa forma, a empresa fecha o ciclo dos materiais e adota um modelo de negócio sustentável, alinhado às metas climáticas. Certificações de prestígio, como REACH e ISCC Plus, atestam a qualidade e a sustentabilidade dos produtos.
Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Nossa ambição: ser a empresa química preferida para viabilizar a transformação verde de nossos clientes. Combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social. Cerca de 95.000 colaboradores do Grupo BASF contribuem para o sucesso de nossos clientes em praticamente todos os setores e em quase todos os países do mundo. Nosso portfólio compreende, como negócios principais, os segmentos de Químicos, Materiais, Soluções Industriais e Nutrição & Cuidados; nossos negócios independentes estão reunidos nos segmentos de Tecnologias de Superfície e Soluções Agrícolas. A BASF registrou vendas de aproximadamente € 60 bilhões em 2025. As ações da BASF são negociadas na bolsa de valores de Frankfurt (BAS) e, como American Depositary Receipts (BASFY), nos Estados Unidos. Mais informações em www.basf.com.
Sobre a Synthos
A Synthos é a maior produtora de borracha sintética da Europa, a principal produtora mundial de borracha de estireno-butadieno em solução (SSBR) e a maior produtora europeia de poliestireno expandido (EPS). Por meio de suas tecnologias de borracha sintética e de soluções certificadas pelo ISCC PLUS, a Synthos apoia os fabricantes de pneus no atendimento a exigentes requisitos de desempenho, ao mesmo tempo em que viabiliza o uso de rotas certificadas de matérias-primas circulares. O portfólio da empresa inclui borracha sintética, materiais isolantes, dispersões, adesivos e produtos de proteção de cultivos. A Synthos faz parte do grupo MS Galleon, de propriedade de Michał Sołowow, um dos principais investidores privados e empresários industriais da Polônia. A empresa possui seis unidades produtivas na Polônia, Alemanha, República Tcheca, Países Baixos e França, quatro centros de pesquisa e desenvolvimento, e emprega cerca de 3.600 pessoas. Mais informações em www.synthosgroup.com.
July 22nd, 2026
<3 minutes
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CLIMA QUENTE EM BUDAPESTEO GP da Hungria marcará o encerramento da primeira parte da temporada antes da pausa de verão. Nos últimos dois anos, o circuito passou por um amplo programa de reforma, que afetou o paddock, as áreas de hospitalidade, além da pista e das arquibancadas. Para o GP da Hungria de 2026, as curvas 1 e 12 receberam novo asfalto, dando continuidade ao trabalho realizado no ano passado no pit lane e no grid de largada.
O circuito tem 4,381 quilômetros de extensão e conta com 14 curvas. Costuma ser comparado a uma pista de kart devido ao seu traçado curto e sinuoso. Há apenas uma reta de verdade, que coincide com a linha de largada/chegada, representando uma das poucas oportunidades de ultrapassagem. No restante do traçado, os pilotos enfrentam inúmeras curvas, algumas delas de 180°, percorridas 70 vezes ao longo da corrida. Por esse motivo, os ajustes de configuração dos carros costumam ser muito semelhantes aos utilizados em Mônaco.
Assim como no Principado, os três compostos mais macios da gama também serão usados em Budapeste. C3, C4 e C5 são a escolha ideal para uma pista lenta, na qual tração e estabilidade de frenagem são fundamentais para enfrentar as mudanças de direção. O asfalto apresenta rugosidade acentuada devido à idade dos trechos que não foram renovados, e os níveis de aderência estão entre os mais baixos da temporada, com evolução significativa da pista ao longo do fim de semana.
As temperaturas de pista no Hungaroring costumam ser as mais altas registradas durante toda a temporada. A degradação térmica é, portanto, um dos principais fatores que influenciam a performance dos pneus, especialmente no eixo traseiro, devido à predominância de fases de tração. A granulação também pode surgir nos compostos mais macios.
Espera-se que o desgaste dos pneus aproxime as estratégias de um e dois pit stops em termos de tempo total de corrida. A escolha entre as duas também será influenciada por considerações de posicionamento na pista, em um circuito onde ultrapassar pode ser difícil. Com temperaturas muito elevadas, as equipes tendem a priorizar os dois compostos mais duros.
Após o GP da Hungria, a Pirelli permanecerá em Budapeste com Aston Martin, Audi e Alpine para dois dias de testes, na terça e quarta-feira, com o objetivo de desenvolver os pneus da próxima temporada.
EM 2025
Todos os três compostos tiveram participação na corrida do ano passado. A maioria dos pilotos optou por largar com o pneu Médio, enquanto três largaram com o Macio e dois com o Duro. Metade do grid completou a corrida com uma única parada, enquanto os demais pilotos classificados fizeram duas paradas antes da bandeira quadriculada. A menor degradação térmica, favorecida pelas temperaturas mais amenas, ajudou a tornar a estratégia de uma parada tão competitiva quanto a de duas, que, no papel, era a mais rápida.
ESTATÍSTICAS
O GP da Hungria chega à sua 41ª edição. Todas as corridas foram realizadas no Hungaroring, nos arredores de Budapeste, de forma ininterrupta desde 1986 até os dias atuais. O piloto com mais vitórias nesta pista é Lewis Hamilton, com oito triunfos, quatro a mais que Michael Schumacher. A McLaren, com 13 vitórias, é a construtora mais bem-sucedida em Budapeste. Três pilotos do atual grid conquistaram sua primeira vitória na Fórmula 1 na Hungria: Fernando Alonso em 2003 pela Renault, Esteban Ocon em 2021 pela Alpine, também a primeira vitória da equipe, e Oscar Piastri em 2024 pela McLaren.
July 21st, 2026
<5 minutes