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Setembro 2026

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MODIFICAÇÕES VEICULARES: ATÉ QUE PONTO O TUNING É POSSÍVEL E QUAIS OS RISCOS PARA A SEGURANÇA VEICULAR?

PNEUS, FREIOS E SISTEMA DE SUSPENSÃO PODEM INTERFERIR NA SEGURANÇA VIÁRIA EM CASO DE MODIFICAÇÕES

São Paulo, 03 de setembro de 2026 – A personalização de veículos, o chamado tuning, faz parte da cultura automotiva e atrai entusiastas em todo o Brasil. Mas rebaixar a suspensão, trocar rodas e pneus ou modificar o sistema de freios exige muito mais que estilo: demanda segurança. A Pirelli alerta que alterações fora dos parâmetros técnicos do fabricante podem comprometer diretamente a capacidade de frenagem, a estabilidade e o controle do veículo.

“A originalidade do conjunto rodas, pneus, suspensão e freios não é um detalhe técnico: é a base da segurança do veículo. Cada componente é desenvolvido e testado para funcionar de forma integrada aos demais, e qualquer alteração fora dessas especificações pode comprometer justamente o momento em que o motorista mais precisa de resposta segura do carro, como uma frenagem de emergência”, afirma Roberto Falkenstein, consultor de tecnologias inovativas da Pirelli para a América Latina.

Pneus: preservar a originalidade do conjunto

Como único ponto de contato do carro com o solo, o pneu é um elemento sensível a alterações, e a principal recomendação técnica é clara: preservar a originalidade é crucial.

Alterar a medida original do pneu sem critério pode:

  • Distorcer a leitura de velocímetro, odômetro e sistemas como ABS e controle de estabilidade, que dependem do diâmetro externo original para calcular a velocidade do veículo;
  • Provocar desgaste irregular e perda de aderência, quando a largura do pneu não é compatível com a da roda. Pneus mais largos tem a tendência de aquaplanarem com mais facilidade, por exemplo;
  • Comprometer a capacidade de carga e a velocidade máxima segura, caso o índice de carga e o código de velocidade do pneu original não sejam respeitados;
  • Prejudicar o funcionamento de sistemas eletrônicos de segurança, como TPMS e ESP, calibrados especificamente para os pneus de origem do veículo.

“E ainda temos o ponto de não ser permitido que o pneu fique posicionado fora do espaço do paralama. Ou seja: se o usuário colocar espaçadores de rodas ou trocar os pneus por modelos mais largos, ele pode estar descumprindo uma lei e estar sujeito a multas”, explica Roberto Falkenstein.

Um conjunto, um só sistema de segurança

Rodas, pneus, suspensão e freios não funcionam de forma isolada: são calibrados pelo fabricante como um conjunto único, testado para garantir estabilidade, frenagem eficiente e resposta segura em situações de emergência. Modificar qualquer um desses itens sem avaliar os demais rompe esse equilíbrio e pode gerar riscos que só aparecem em condições críticas, como frenagens bruscas, curvas em alta velocidade ou pista molhada.

Quando falamos em suspensão, o rebaixamento da mesma altera a geometria de direção e o curso útil dos amortecedores, reduzindo a capacidade do veículo de absorver impactos e manter a aderência em manobras evasivas. Já a troca de discos e pinças de freio por peças de maior diâmetro só é segura quando compatível com o restante do conjunto — incluindo o tamanho da roda —, sob risco de gerar frenagem desigual entre os eixos e comprometer a estabilidade justamente no momento em que a segurança é mais exigida.

Personalização, sim — mas sem abrir mão da segurança

“A segurança é um princípio inegociável para a Pirelli. Por isso, antes de chegar às ruas, um pneu passa por uma extensa bateria de testes. O desenvolvimento de um novo produto começa ainda no ambiente virtual, com ferramentas de virtualização que permitem simular seu comportamento e antecipar etapas do projeto, tornando o processo mais ágil e eficiente. No Brasil, a fabricante também conta com laboratórios de P&D, situados em Campinas (SP), onde são realizados mais de 40 tipos diferentes de testes para avaliar o desempenho e a segurança dos produtos. Essa estrutura se completa com o Circuito Panamericano, em Elias Fausto (SP), o maior complexo de testes de pneus da Pirelli no mundo, onde os produtos são submetidos a diferentes condições de uso antes de serem liberados para a produção”, finaliza Falkenstein.

São Paulo, September 3rd, 2026

<3 minutes

press release

PIRELLI É DESTAQUE NO FIM DE SEMANA DO GP DA ITÁLIA, EM MONZA

É a corrida em casa da Pirelli e um dos eventos mais queridos do calendário da Fórmula 1, graças à paixão dos torcedores e à rica história do circuito que a recebe. No próximo fim de semana, o Formula 1 Pirelli Gran Premio d'Italia 2026, já em sua 77ª edição, será disputado em Monza.

A conexão da Pirelli com o Templo da Velocidade, o circuito de corrida mais histórico da Europa, vai muito além da proximidade entre a sede da empresa italiana e o autódromo. Ela também está enraizada nas muitas vitórias conquistadas com pneus Pirelli em Monza. Entre elas, a vitória de Pietro Bordino em um Fiat 804 no GP que inaugurou o circuito recém-construído em 10 de setembro de 1922.

A Pirelli será o title-sponsor do fim de semana de corrida e celebrará sua relação com o GP da Itália por meio do troféu, criado por uma dupla de artistas italianos, que será erguido pelos três primeiros colocados na corrida de domingo, além de uma edição especial dos bonés de pódio.

OS TROFÉUS

Galeria de fotos neste link:

Os três pilotos que subirão ao pódio no domingo, junto com um representante da equipe vencedora, celebrarão o resultado da corrida erguendo FRAGILE, um troféu concebido como obra de arte pela dupla de artistas vedovamazzei.

O troféu do GP da Itália é encomendado todo ano a artistas italianos como parte de um projeto plurianual, agora em sua sexta edição, iniciado pela Pirelli, title-sponsor da corrida, em colaboração com o Pirelli HangarBicocca, Museu de Arte Contemporânea.

Para a edição de 2026, a encomenda foi concedida à dupla vedovamazzei, formada por Stella Scala e Simeone Crispino, cuja prática artística combina ironia com a capacidade de capturar as contradições e complexidades da realidade. Seus trabalhos costumam reinterpretar objetos cotidianos, destacando os aspectos paradoxais do mundo.

FRAGILE é justamente uma composição em camadas de objetos domésticos — xícaras e tigelas pequenas — que assumem uma forma vertical de aparência instável quando empilhados uns sobre os outros.

A obra exigiu um processo tradicional de transposição de desenhos e esboços para o papel, seguido de um processo altamente tecnológico de impressão 3D com pó de náilon. Esse material foi então pintado, galvanizado e polido até se tornar reflexivo.

Os artistas explicam: "A ideia do troféu nasce da antiga tradição de passar uma taça de celebração de mão em mão. Ela servia como um grande recipiente para beber, criando uma sensação de celebração e festividade compartilhadas."

"Queríamos que o troféu fosse o símbolo de uma vitória que um indivíduo segura em suas próprias mãos, mas que reflete o espírito de uma comunidade. No caso da Fórmula 1, essa comunidade inclui a equipe, os torcedores e todo o universo que gira em torno dos pilotos. A composição também evoca uma dimensão cotidiana por meio de seus gestos repetidos, sugerindo uma vitória conquistada volta após volta, que nunca corresponde a um status eterno e imutável. Ela é instável, efêmera, e precisa ser reconquistada. Na verdade, é frágil."

A encomenda concedida à dupla vedovamazzei segue as anteriores, atribuídas aos artistas Alice Ronchi (2021), Patrick Tuttofuoco (2022), Ruth Beraha (2023), Andrea Sala (2024) e Nico Vascellari (2025).

BONÉ DE PÓDIO EDIÇÃO ESPECIAL 

Para o fim de semana de Monza, a Pirelli Design criou um boné de pódio em edição especial, que será usado pelos pilotos que terminarem no pódio no Templo da Velocidade. Projetado por Denis Dekovic, o boné apresenta o icônico Azzurro, cor do esporte italiano, e é adornado com bordados dourados e as inconfundíveis coroas de louro associadas ao pódio.

A viseira preta, em contraste, traz a palavra "Monza" bordada. Na lateral, um bordado "Italia 2026" com quatro estrelas douradas é acompanhado pelas datas do fim de semana de corrida. A edição especial já está disponível para compra na plataforma de e-commerce https://store.pirelli.com.

O CIRCUITO

Em Monza, serão utilizados os três compostos mais macios da gama: o C3 como Duro, o C4 como Médio e o C5 como Macio. No papel, as três opções podem influenciar as estratégias de corrida de domingo, desde que as temperaturas não sejam excessivamente altas.

O circuito de 5,793 km, com 11 curvas, é um dos mais rápidos do calendário da Fórmula 1, em parte devido às suas longas retas que, este ano, representarão um desafio adicional para a gestão de energia com as novas unidades de potência. As simulações das equipes, aliás, preveem tempos de volta cerca de dois segundos mais rápidos do que no ano passado.

Do ponto de vista dos pneus, o eixo dianteiro deve ser submetido a cargas de frenagem menores, já que as zonas de frenagem provavelmente serão abordadas em velocidades reduzidas. Já o eixo traseiro enfrentará maiores exigências durante as fases de tração, quando toda a potência da unidade motriz é utilizada.

A estabilidade em frenagem e a tração na saída das curvas, especialmente na Primeira Chicane e na Ascari, serão os dois fatores-chave para se obter vantagem sobre os rivais em uma pista que normalmente é disputada com uma configuração aerodinâmica de baixo downforce, priorizando a velocidade máxima.

O circuito costuma oferecer um bom nível de aderência já nas primeiras sessões. Não foram feitas modificações significativas desde a repavimentação completa realizada em 2024, quando foi aplicada uma mistura de asfalto relativamente lisa. Neste ano, as zebras das curvas 1, 4 e 8 foram reconstruídas, enquanto na curva 5 uma área de brita foi substituída por uma área de escape em asfalto.

Os pilotos provavelmente terão de gerenciar o superaquecimento do eixo traseiro durante a corrida, mas a degradação não deve ser severa o suficiente para comprometer o desempenho dos pneus. Como resultado, uma estratégia de um único pit stop parece ser a opção mais provável para o domingo, apesar de as oportunidades de ultrapassagem estarem longe de serem escassas em Monza.

EM 2025

Para o stint inicial, a maioria dos pilotos optou pelo composto Médio. Cinco escolheram o Duro, enquanto apenas um largou com o Macio. O pneu de faixa vermelha reapareceu perto do fim da corrida, com vários pilotos o calçando nas voltas finais após seu único pit stop. Foi o caso de Norris e Piastri, que terminaram em segundo e terceiro lugar após largarem com o Médio. Verstappen, vencedor do ano passado, completou a corrida utilizando a combinação Médio-Duro.

ESTATÍSTICAS

Esta é a 77ª edição do GP da Itália, uma das provas mais duradouras do calendário da Fórmula 1. A corrida foi disputada em Monza em todas as edições, exceto uma, quando aconteceu em Ímola. Os pilotos com mais vitórias são Michael Schumacher e Lewis Hamilton, ambos com cinco triunfos, enquanto a Ferrari é a equipe mais bem-sucedida, com 20 vitórias. Hamilton também detém os recordes tanto de poles em Monza (sete) quanto de voltas mais rápidas (sete). Entre os pilotos atuais, Pierre Gasly conquistou sua primeira vitória na Fórmula 1 justamente no Templo da Velocidade, vencendo o GP da Itália de 2020 ao volante de uma AlphaTauri, entregando à equipe seu primeiro sucesso sob o novo nome.

September 1st, 2026

<6 minutes

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PIRELLI: COM O P ZERO TROFEO RS, O BENTLEY SUPERSPORTS ATINGE 1,3 G DE ACELERAÇÃO LATERAL

Para o modelo mais extremo já produzido pela Bentley, além do semi-slick P Zero Trofeo RS, o P Zero também está disponível para uso diário

Milão, 1 de setembro de 2026 – A Pirelli desenvolveu duas configurações de pneus dedicadas para o novo Bentley Supersports, o cupê projetado para oferecer a experiência de condução definitiva. São eles o P Zero Trofeo RS, criado para realçar o caráter esportivo do carro, especialmente em pista, e o P Zero, desenvolvido para o uso diário. Para marcar o centenário do nome "Super Sports", introduzido pela primeira vez em 1925, a fabricante sediada em Crewe voltou a escolher a Pirelli como parceira para explorar as capacidades de um carro radicalmente diferente de qualquer Continental GT anterior: tração traseira pela primeira vez na história do modelo (excluindo o carro de corrida Continental GT3), peso em ordem de marcha abaixo de duas toneladas e motor V8 biturbo de 666 cv e 800 Nm.

Desenvolvimento sob medida para um Bentley verdadeiramente único

A colaboração da Pirelli com a Bentley no Supersports começou com o briefing técnico mais exigente já estabelecido para um Continental GT de uso rodoviário. A mudança para tração traseira, a introdução de um diferencial autoblocante eletrônico combinado com torque vetorizado baseado em freios, direção ativa nas rodas traseiras e um chassi com bitola traseira ampliada em 16 mm exigiram pneus capazes de gerenciar transferências de carga e distribuição de força motriz completamente diferentes em comparação com o Continental GT Speed, de tração integral.

Isso é reforçado ainda mais pelo pacote aerodinâmico do carro, que gera mais de 300 kg de downforce adicional em comparação com o Continental GT Speed, por meio de um splitter dianteiro maior, dive planes, saias laterais, aberturas nos arcos das rodas traseiras e um difusor traseiro. Esses elementos alteram significativamente a carga vertical que atua sobre os pneus à medida que a velocidade aumenta. Os engenheiros da Pirelli, portanto, ajustaram com precisão os compostos, a construção e o desenho da banda de rodagem por meio de um extenso programa de desenvolvimento, começando por simulações virtuais antes de avançar para testes em estrada e pista, em estreita colaboração com a equipe de engenharia da Bentley. O objetivo era proporcionar desempenho consistente em todos os modos de condução especificados pela fabricante, do Touring ao Sport.

O resultado são duas homologações dedicadas, ambas identificadas pela marcação "B", reservada pela Pirelli para pneus desenvolvidos especificamente para a Bentley.

P Zero: o pneu de equipamento original

O Pirelli P Zero de 22 polegadas equipa o Supersports como pneu original de fábrica, projetado para complementar a usabilidade cotidiana e as capacidades de grand touring do carro, sem comprometer o caráter esportivo que o define. Sua construção e composto foram otimizados para combinar conforto de rodagem, baixos níveis de ruído e precisão de direção, ao mesmo tempo em que entregam níveis de aderência compatíveis com a potência e o peso do carro. Embora seja significativamente mais leve que o Continental GT, o Supersports impõe exigências consideráveis aos pneus devido ao seu desempenho excepcional.

O P Zero foi especificamente ajustado para trabalhar em harmonia com a suspensão e os amortecedores de câmara dupla do Supersports, garantindo respostas precisas e estabilidade excepcional.

P Zero Trofeo RS: a escolha para condução em pista

Para os clientes que buscam o desempenho máximo, a Pirelli desenvolveu o primeiro P Zero Trofeo RS feito sob medida para uma Bentley. Este pneu semi-slick de 22 polegadas é legalizado para uso em estrada, mas foi projetado com uma filosofia claramente voltada para pista, representando mais um marco na parceria entre as duas marcas.

Baseando-se diretamente na experiência da Pirelli no automobilismo, o composto, a construção da carcaça e os reforços internos foram especificamente projetados para suportar as significativas cargas aerodinâmicas geradas pelo Supersports, permitindo que o carro expresse todo o seu potencial dinâmico. Equipado com esse pneu, o Supersports atinge aceleração lateral máxima de 1,3 G e melhora as velocidades em curva em aproximadamente 30% em comparação com o Continental GT Speed.

Uma anedota do programa de desenvolvimento ilustra o quão impressionante se mostrou o desempenho. Durante o primeiro teste em pista com os pneus P Zero Trofeo RS, o nível de aderência lateral superou os parâmetros previstos pelos sistemas eletrônicos de controle do veículo, acionando os pré-tensionadores dos cintos de segurança.

O P Zero Trofeo RS representa, portanto, a interseção entre a engenharia de pneus de estrada da Pirelli e seu know-how em automobilismo, oferecido como opção para os clientes que desejam explorar todo o potencial do Supersports com total confiança e controle.

Perfect Fit: a marca registrada do desenvolvimento sob medida da Pirelli

Ambas as configurações de pneus foram desenvolvidas por meio do programa "Perfect Fit" da Pirelli, o processo de codesenvolvimento por meio do qual a empresa projeta pneus sob medida para modelos de veículos individuais, em estreita colaboração com as equipes de engenharia das fabricantes. Combinando simulações virtuais avançadas com programas de testes conjuntos, o Perfect Fit permite que cada aspecto do pneu — do composto e da construção ao desenho da banda de rodagem e à rigidez da carcaça — seja otimizado para as características específicas de cada veículo, garantindo uma integração perfeita entre pneu e veículo.

Este mais recente desenvolvimento se baseia na parceria de longa data entre Pirelli e Bentley, ao longo dos muitos anos de evolução da linha Continental GT, que agora entra em um novo capítulo com o Supersports, o Bentley mais puro e mais focado no condutor já produzido.

A relação remonta ao início dos anos 1980, quando os primeiros pneus dedicados foram desenvolvidos para o Bentley Mulsanne Turbo R e RT. Desde então, a Pirelli tem desenvolvido soluções sob medida para uma ampla gama de modelos Bentley, do Arnage e Continental GT ao Bentayga, para o qual foram desenvolvidos pneus P Zero específicos de 23 polegadas. Ao longo dos anos, a Pirelli também forneceu pneus para diversos programas de corrida da Bentley, incluindo o Continental GT3, contribuindo para o sucesso dos carros em múltiplos campeonatos.

A parceria com a marca de Crewe também ajudou a garantir algumas das conquistas mais significativas da Bentley, incluindo o recorde de SUV de produção no Pikes Peak International Hill Climb com o Bentley Bentayga em 2018, seguido pelo recorde absoluto de carro de produção com o Bentley Continental GT em 2019. Mais recentemente, em 2024, o Continental GT Speed estabeleceu um recorde de velocidade dentro de um túnel subaquático na Noruega.

Milão, September 1st, 2026

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Agosto 2026

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A SELEÇÃO DE COMPOSTOS DE PNEUS PARA BAKU, SEPANG E SINGAPURA

A Pirelli informou hoje às equipes a seleção de compostos para a sequência de três corridas em três semanas que começa no final de setembro com o GP do Azerbaijão e termina no início de outubro com o GP de Singapura. Tanto para Baku quanto para a prova na cidade-estado, que são circuitos de rua, foi escolhido o trio mais macio da linha: C3 como Duro, C4 como Médio e C5 como Macio.

Para o GP do Bahrein, que será realizado em Sepang de 2 a 4 de outubro, será utilizada a gama intermediária, composta pelos pneus C2, C3 e C4. O circuito da Malásia exerce níveis médios de desgaste sobre os pneus em relação à escala que abrange todas as pistas do calendário do campeonato.

O asfalto em Kuala Lumpur é particularmente abrasivo e não passou por recapeamento desde a última corrida de Fórmula 1 que sediou, em 2017. A decisão de não utilizar os compostos mais duros visa reduzir a diferença no tempo de volta entre uma corrida com uma parada e uma com duas paradas, incentivando, assim, uma variedade maior de estratégias de corrida possíveis.

August 27th, 2026

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