DIFERENÇA ENTRE OS COMPOSTOS

RESUMO DOS PNEUS DE SEXTA-FEIRA

   •  O piloto da Mercedes, Valtteri Bottas, foi o mais rápido em ambas as sessões com Max Verstappen, da Red Bull, em segundo no TL1 e em terceiro no TL2 – depois de Lewis Hamilton, e com uma diferença de pouco mais de 0s2 – indicando que provavelmente veremos a sessão de classificação e corrida muito disputadas.
   •  Até agora notamos uma diferença ligeiramente maior (0s9) entre o amarelo médio e o vermelho macio do que o esperado e uma diferença de 0s7 entre o médio e o branco duro.
   •  As equipes e pilotos tiveram seu primeiro gostinho de Mugello em duas sessões de treinos livres hoje, correndo para se familiarizarem com as demandas de alta velocidade da pista da Toscana, em temperaturas quentes que ultrapassaram os 30 graus ambientes e os 40 graus de pista.
   •  As equipes experimentaram todos os três compostos Pirelli disponíveis (C1, C2 e C3: os três mais duros da gama) com muitos dividindo suas estratégias a fim de acumular o máximo possível de informações sobre os pneus, usando diferentes cargas de combustível. Isso é normal para os treinos livres de sexta-feira, mas se torna particularmente importante em um novo local exigente e com asfalto abrasivo.
   •  Como esperado, o pneu macio foi o mais rápido. mas muitos pilotos relataram que seu desempenho de classificação ideal foi entregue em apenas uma volta, o que significa que alguns pilotos podem escolher começar a corrida com o pneu médio.
   •  O desafio considerável do traçado de uma pista com subidas e decidas, aliado às altas temperaturas vistas hoje, fez com que houvesse um grau relativamente alto de desgaste e degradação dos pneus, especialmente em simulações longas, o que deve ser o caso para a corrida também.
   •  Os treinos foram interrompidos por duas bandeiras vermelhas durante a sessão da tarde e isso impediu a coleta da quantidade normal de dados.

MARIO ISOLA – GERENTE MUNDIAL DE MOTORSPORT DA PIRELLI

“Todos os pilotos desfrutaram da primeira experiência de Mugello, com o recorde não oficial histórico, que foi estabelecido em 2004, já amplamente quebrado no TL1 e depois reduzido ainda mais no TL2, em ambas as ocasiões com o pneu macio vermelho. Esperávamos que o desgaste dos pneus fosse relativamente alto na simulação de corrida, com alta degradação também no macio, e os dados que vimos nos treinos livres provaram que era esse o caso. Em termos de desempenho, notamos um intervalo de tempo ligeiramente maior entre o médio e o macio do que o esperado. Isso obviamente será um fator crucial no cálculo da classificação e da estratégia de corrida, juntamente com os dados acumulados amanhã no TL3. A pista ‘verde’ que vimos hoje significou que houve bastante evolução, que deve continuar amanhã.”