“Vamos entrar em nossa sexta temporada de Fórmula 1 em 2016. Como já é tradição, publicamos nossas estatísticas de fim de ano, que contam a história de 2015 em números. Esse foi um ano de evolução, com as equipes continuando a desenvolver carros que atendam as novas regulamentações para os motores turbos híbridos. Como sempre, a curva de desenvolvimento se acelerou conforme o fim do ano se aproximava, com os times realmente atingindo o ápice no que se refere aos carros e aos pneus. Conseguimos ainda atingir nossa meta de ter entre um e dois pit stops por corrida, durante uma temporada em que os pneus continuaram a proporcionar muita esportividade e diversas opções de estratégias. No próximo ano, haverá novas regras para os pneus e um novo composto, o ultramacio. Por enquanto, vamos olhar para trás e ver tudo o que fez de 2015 uma temporada inesquecível”, diz Paul Hembery, diretor de motorsport da Pirelli.

Pneus

    •   Número total de pneus fornecidos em 2015: 35.964
    •   Do número acima, 29.856 foram fornecidos para corrida e 6.108 para testes
    •   Dos 35.964 pneus, 25.004 eram slick e 10.960 eram para chuva ou intermediários
    •   Número total de pneus usados durante fins de semana de corrida: 17.580, dos quais 16.288 foram slick e 1.292 intermediários ou de chuva
    •   Todos os pneus foram reciclados
    •   Número máximo de quilômetros percorridos com cada composto (exceto testes):
            o   Duro – Sainz (1.794 km)
            o   Médio – Massa (5.224 km)
            o   Macio – Rosberg (5.480 km)
            o   Supermacio – Verstappen (1.838 km)
            o   Intermediário – Vettel (482 km)
            o   De chuva – Rosberg (297 km)

Pit Stops

    •  Número total de pit stops: 706 (dos quais oito foram drive-throughs e um foi um stop and go)
    •  A média foi de 37,1 por corrida e de 1,88 por piloto a cada corrida
    •  Maior número de pit stops em uma corrida: 60, no GP da Hungria
    •  Menor número de pit stops em uma corrida: 17, no GP da Austrália

Ultrapassagens

    •  Número total de manobras de ultrapassagens durante a temporada: 509 (*), média de 26,8 por corrida
    •  Maior número de manobras de ultrapassagens em pista seca: 60, no GP da Malásia
    •  Maior número de manobras de ultrapassagens em pista úmida: 39, no GP dos EUA
    •  Menor número de manobras de ultrapassagens em pista seca: 11, no GP da Austrália e no GP de Singapura
    •  Piloto com o maior número de manobras de ultrapassagens durante o ano: Max Verstappen, com 49
    •  Piloto com o maior número de manobras de ultrapassagens durante uma corrida: Sebastian Vettel, com 13 no GP do Canadá
    •  Piloto que foi ultrapassado menos vezes: Nico Rosberg e Lewis Hamilton, com três cada um
    •  Piloto que mais ganhou posições na volta de abertura: Fernando Alonso, que ganhou 28 posições em voltas de abertura ao longo do ano
    •  Equipe que mais fez ultrapassagens: Toro Rosso, com 94 ultrapassagens (Verstappen com 49 e Sainz com 45)
    •  Equipe que sofreu menos ultrapassagens: Mercedes, com seis (três com Hamilton e três com Rosberg)

(*) uma manobra de ultrapassagem é computada quando ela acontece em voltas rápidas (a primeira volta é excluída) e é mantida até o final da volta. Troca de posições por problemas mecânicos graves ou envolvendo retardatários não são computadas.

Circuitos e corridas

    •  Corrida mais longa da temporada: GO de Singapura, com duas horas, um minuto e 22,118 segundos
    •  Corrida mais curta da temporada: GP da Itália, com uma hora, 18 minutos e 0,688 segundos
    •  Volta mais rápida de corrida: GP da Itália, a velocidade média do vencedor foi de 235,903 km/h
    •  Velocidade mais alta atingida por um pneu Pirelli P Zero Fórmula Um durante uma corrida: 366,4 km/h (Pastor Maldonado no GP do México)
    •  Maior número de voltas mais rápidas: Lewis Hamilton, com 19 (oito em corridas e 11 nos treinos classificatórios)
    •  Maior número de voltas na liderança: Lewis Hamilton, com 587 voltas

Equipe Pirelli e convidados

    •  Membros da equipe Pirelli que viajam para cada corrida: 60 (média)
    •  Nacionalidades representadas na equipe Pirelli de F1: 10
    •  Diferentes idiomas falados pelos membros da equipe: 14
    •  Blocos de nota da Pirelli distribuídos ao longo da temporada: 2.050
    •  Número total de convidados recebidos: 5 mil
    •  Bonés de pódio da Pirelli vendidos: 12 mil

Centro de Hospitalidade da Pirelli em 2015

    •  Refeições servidas no Centro de Hospitalidade da Pirelli (incluindo testes): 15.100
    •  Litros de água consumidos no motorhome da Pirelli ao longo do ano: 8.600
    •  Quilos de massas preparadas pelo chef da Pirelli: 800
    •  Pizzas preparadas pelo chef da Pirelli: 420
    •  Número de diferentes receitas de sobremesas preparadas no Centro de Hospitalidade da Pirelli: 55
    •  Sobremesas consumidas no Centro de Hospitalidade da Pirelli: 7 mil

Pirelli na Fórmula 1 (desde 1950)

    •  Corridas: 299
    •  Vitórias: 140
    •  Pole positions: 143
    •  Pódios: 427
    •  Voltas mais rápidas: 147
    •  Títulos de pilotos: 10
    •  Títulos de construtores: 5

Outros números interessantes

    •  Número de pilotos (incluindo terceiros pilotos e pilotos jovens) que pilotaram um carro de F1 equipado com pneus Pirelli desde 2010: 98
    •  Quilômetros percorridos por todos os compostos P Zero em 2015 (incluindo testes, treinos livres, treinos classificatórios e corridas): 308.797 (com exceção de protótipos), sendo 33.842 com o composto duro, 114.727 com o médio, 107.070 com o macio, 39.007 com o supermacio, 9.370 com o intermediário e 4.781 com o de chuva
    •  Distância percorrida em testes durante 2015 (excluindo fins de semana de corrida): 62.557 km
    •  Distância percorrida em corridas em 2015: 99.416 km
    •  Número de voltas mais rápidas (em treinos classificatórios e corridas) registradas pelo campeão mundial em 2015: 19 (oito em corridas e 11 no treino classificatório)
    •  Menor média de velocidade com que uma corrida em pista seca foi vencida: 142,874 km/h (Nico Rosberg, em Mônaco)
    •  Temperatura de asfalto mais baixa registrada durante uma corrida (no domingo): 20º C, durante o GP dos EUA
    •  Temperatura de asfalto mais baixa registrada durante um fim de semana de corrida: 17º C, durante o fim de semana do GP dos EUA
    •  Temperatura de asfalto mais alta registrada durante uma corrida (no domingo): 58º C, durante o GP da Malásia
    •  Temperatura de asfalto mais alta registrada durante um fim de semana de corrida: 58º C, também no GP da Malásia
    •  Temperatura ambiente mais baixa registrada durante uma corrida (no domingo): 15º C, no GP do Canadá
    •  Temperatura ambiente mais baixa registrada durante um fim de semana de corrida: 15º C, no GP do Canadá
    •  Temperatura ambiente mais alta registrada durante uma corrida (no domingo): 37º C, no GP da Malásia.
    •  Temperatura ambiente mais alta registrada durante um fim de semana de corrida: 38º C, no GP do Bahrain.